Das leituras que vou fazendo dos livros que me chegam as mãos neste mês de Janeiro o tabalho do apicultor no apiário é :
"N´este mez ha pouco que tratar das colmeias.
O orificio da entrada, nas colmeias , deve ser reduzido ao minimo.
Se algum enxame estiver muito fraco, deve alimentar-se com mel misturado com assucar.
O alimento, n´este mez e durante todo o inverno, deve ser o mais sólido possivel. Nunca deve ser liquido"
Autor Alberto Vellozo de Araujo , 1918)
Esta é uma sugestão muito antiga! Claro que é valida para enxames fracos e invernos ditos normais, mas neste dias já se ouve falar de alças, mel, cresta....
Também nas nossas colmeias se passam coisas estranhas para o tempo de Inverno.
No nosso viveiro as nossas caixas estão muito activas e já tivemos de reorganizar e arrefecer, encontamos muito mel, muita actividade; estranho inverno! É preciso um pouco de chuva!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Da cultura das abelhas
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Um Dia Bem Passado
Hoje o meu marido mais uma vez surpreendeu-me!
Tivemos um dia engraçado, primeiro a obrigação e depois aproveitamos parte do dia para nós!
O meu marido disse-me que íamos a um sitio, não me disse qual e afinal fomos a um alfarrabista! Já tinha reservado um livro: Elementos de Apicultura pelo Eng Agrónomo Eduardo Sousa d'Almeida, uma edição de autor de 1942.
Rimos muito! Chovia torrencialmente e o vento empurrava os chapéus de chuva ou guarda chuvas segundo a linguagem de um e outro, já que as nossas origens condicionam algumas variantes de linguagem!
Nova surpresa, o meu marido levou-me a almoçar num sitio giro, bom almoço, boa conversa!
Abelhas, muitas abelhas e o livro.
Foi um dia divertido !
Tivemos um dia engraçado, primeiro a obrigação e depois aproveitamos parte do dia para nós!
O meu marido disse-me que íamos a um sitio, não me disse qual e afinal fomos a um alfarrabista! Já tinha reservado um livro: Elementos de Apicultura pelo Eng Agrónomo Eduardo Sousa d'Almeida, uma edição de autor de 1942.
Rimos muito! Chovia torrencialmente e o vento empurrava os chapéus de chuva ou guarda chuvas segundo a linguagem de um e outro, já que as nossas origens condicionam algumas variantes de linguagem!
Nova surpresa, o meu marido levou-me a almoçar num sitio giro, bom almoço, boa conversa!
Abelhas, muitas abelhas e o livro.
Foi um dia divertido !
domingo, 9 de outubro de 2011
Melada de Carvalho
Passeávamos uma manhã preparando e pensando no nosso novo apiário quando nos chamou a atenção um grupo jeitoso de abelhas e , claro vespas, à volta de umas árvores no limite do nosso espaço.
Olhamos com mais atenção e vimos a melada! Boa! as nossas abelhas vão ter aqui com que se entreter!
Ficamos bem contentes e continuamos o nosso passeio , pensando no nascer do sol, no por do sol, na orientação das colmeias e recordamos os nossos amigos, as suas experiências e os seus sábios conselhos neste aspecto em particular: orientar as colmeias e o apiário!
Abelhas e Amêndoas
Apanhar amêndoas não é para mim uma novidade; ocasionalmente já ajudei a minha sogra nessa tarefa.
Este ano tivemos no entanto uma experiência diferente, Abelhas e Amêndoas!
Andamos na "apanha " da amêndoa com a farda de apicultores.
Não tivemos outro remédio, as abelhas estavam bem acordadas com o calor deste Verão de Outubro e as amêndoas tinham de ser apanhadas!
O trabalho foi feito de manhã bem cedo e mesmo assim não foi nada fácil,mas valeu a pena!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Apicultura Prática Mobilista
Com as abelhas , vieram picadas, amigos, mel, etc , etc e busca de livros antigos!
Hoje consegui este cuja capa reproduzo!
É uma surpresa para o meu marido que ainda não o viu, não o folheou, não viu os desenhos e os apontamentos, as anotações escritos por outro(s) donos.
A edição é de 1915, giro , não é? Eu estou a ler e a rir, divertida!
Como aperitivo deixo aqui uma pagina!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Tarde de Verão
O calor tomou conta da tarde, sentei-me num banco engendrado pelo meu marido a partir de uma cama velha, debaixo de uma amendoeira.
Estava pronta para mais uma visita ao apiário.
Esperava pelo meu marido e pensava na caminhada que me esperava não muito grande em distância, mas longa pela altitude, pelas pedras pelo caminho, pelo chapéu do fato que naquele momento usava, erradamente; era o do meu marido, maior que o meu, e que descaia-me pela testa que juntamente com os cabelos tapava-me a visão, dificultando a trabalho.
O meu marido estava cansado, sentia os seus passos arrastados, enchi-me de coragem: deixa estar eu vou lá, é rápido disse eu!
Sentada olhava para o tanque de agua a minha frente, sentia o zunir das abelhas que aterravam na cortiça ou simplesmente ficavam na parede no limite da agua.
A brisa, as vezes mais forte agitava os cataventos acordando-me do torpor do calor e em principio assustando os pássaros que teimam em bicar a fruta do pomar.
Mas os pássaros já se habituaram ao barulho, não ligam nada, e andam em círculos a volta das pêras, dos pêssegos, dos figos.....
Também eu me sinto cansada mas saboreio a tarde e agradeço a Deus as coisas boas que nós dá.É uma tarde abençoada!
Os pensamentos voam rápidos, penso naqueles que neste momento estão em sofrimento por este e aquele motivo que Tu Jesus conheces e agradeço o calor, os pássaros, as abelhas a minha volta, o azul do céu, a paz daquela tarde!
Oiço uma voz , o meu marido, anda que vou contigo!
Lá vamos os dois, uma equipa. vamos tratar das abelhas, ver o estado das colmeias depois da cresta, fazer o tratamento preventivo da varroa.
Fomos uma equipa, um tira telhado, tampa de agasalho etc outro faz o tratamento comentamos o "estado da nação e lá cuidamos daquele grupinho de colmeias.
quando chegamos ao fim continuamos cansados, mais cansados, mas felizes!
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